Antes de continuar falando sobre o que fiz em NY eu quis, pra evitar de esquecer, fazer uma pequena atualização do que tenho feito desde que cheguei em Jiminy Peak (já expliquei os nomes então se virem pra entender). O registro fotográfico de New York ajuda a memória então posso deixar pra mais tarde.
Não tenho foto pra colocar porque esses dias eu to trabalhando e não tenho tempo. E mesmo que tivesse não poderia. Usar o celular ou tirar fotos durante as horas de trabalho é proibido. Quando tiver minha terceira ou quarta folga eu tiro as fotos e posto. As primeiras vou usar pra outras coisas que não envolvem tirar foto da estação – tenho que abrir uma conta bancária aqui, comprar várias coisas, etc.).
Vamos lá:
Na segunda quando cheguei na estação de ônibus (e trem) de Pittsfield, por volta das 13h30, encontrei com Jannette, que é a manager da estação, e então fomos pra New Ashford, que é a cidade onde fica a moradia dos internationals (depois explico mais como é), encontrei com Luis (um peruano que está trabalhando na estação pela quarta vez e tinha chegado na semana anterior), deixei minhas coisas no meu quarto, e fomos os três pra a estação.
Quando cheguei em Jiminy eu assinei os documentos necessários, participei de uma orientação de direção (pra poder usar os carros da empresa), conheci alguns dos funcionários e alguns dos departamentos – sabendo que no outro dia não lembraria o nome de ninguém nem saberia chegar em nenhum dos lugares em que eu fui. E realmente não lembrei.
A carteira de motorista de Luis tinha expirado alguns dias antes de ele vir pra os EUA, por isso, até que chegasse mais alguém com a carteira internacional, eu que teria que dirigir. Fomos os dois então (eu dirigindo) pra casa. Estava nevando muito e a estrada tava super escorregadia. Pra começar com chave de ouro eu simplemente rodei na pista.
A gente tava em uma curva e o carro começou a deslizar demais em direção ao acostamento e eu tentando controlar. E desliza mais. E mais. E a gente vai bater no murinho do acostamento. E quase bater. E eu tento controlar. E freio. E no fim das contas a gente simplesmente foi parar com o carro na contra mão. Mas ao menos o carro parou, intacto. E nós dois estávamos vivos. Só um susto. Mas a good one.
Um pouco mais tarde nós fomos pra o shopping de Pittsfield. Ia comprar algumas coisas na Target, mas acabei desistindo e deixei pra fazer as compras quando Javiera (chilena) chegasse. Passamos na Best Buy pra olhar os eletrônicos. Quase compro um HD Externo (150 dólares e 1,5Gb com UBS 3.0), mas desisti porque não preciso necessariamente agora, apesar de mal ter espaço no PC. Fomos então pra a estação de ônibus mais uma vez e esperamos Javiera chegar (19h30).
Fomos os três às compras no Price Chopper. Comprei água (a da pia é fedorenta), sucrilhos, leite, pão, queijo, bologna, suco de laranja, pizza e 10 caixas de refeições prontas. To comendo uma delas agora. Cansei de falar besteira então vou avançar um pouco. Na terça-feira eu e Javiera conhecemos Jason (nosso chefe), que nos explicou o que íamos fazer e o funcionamento do programa (em outro post eu explico). Participamos de uma reunião com os outros instrutores e depois fomos assistir alguns deles darem as aulas pra nos familiarizar com a lógica toda.
Durante a tarde fomos esquiar com Mark (supervisor) pra que ele visse em que nível estávamos. Ele ia dizendo o que estávamos fazendo errado ao mesmo tempo em que dizia o que deveríamos ensinar aos guris. Pra falar a verdade eu achei que depois de dois anos eu ia pagar um certo mico, mas acabei me saindo bem. Nem ao menos cai. Good Job!
Hmm, que legal ter esse contato com pessoas de outros países. E, sim, acho que queremos ver fotos suas esquiando. Se n for demais, um vídeo, pra comprovar essa história de que vc esquia direito. E, olha, sua mãe lê isso aqui? Pq a minha, com essa história do carro, já me tinha mandado voltar pra casa.
ResponderExcluirAbraço.
Gooddddddddddd Job Indiano,hehehe... Keep doing a good job,rs!!! Bom saber das suas aventuras por Massachusetts!!! Abração!!!
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